
Ano passado a operadora Blyk anunciou um novo sistema onde oferecia ligações gratuitas aos usuários que aceitassem receber publicidade em seus aparelhos (aqui). Agora, uma outra operadora, a Pumbby, apresenta uma nova maneira de remunerar os usuários, que talvez seja mais efetiva. Eles oferecem créditos em ligações, tanto no pós como no pré, ou, caso o cliente prefira, o dinheiro acumulado pode ser depositado diretamente em sua conta bancária ou ainda servir como moeda de troca por prêmios, como CDs, DVDs, livros e afins.
Acho que publicidade mobile é uma nova realidade e que tem tudo para dar certo, mas quanto ao modelo apresentado, questiono, e gostaria de saber a opinião dos leitores:
É legal ganhar dinheiro para ficar vendo anúncios? Até quando o usuário vai suportar mensagens e mais mensagens pipocando em sua caixa? Será que vale a pena mesmo pagar ao usuário, ou você vai acabar atingindo apenas pessoas interessadas na grana e não no anúncio em si?
Na minha opinião, tirando as classes mais baixas, que provavelmente aceitariam receber (por ser um dinheiro “fácil”), acho que a relevância e a abrangência dos anúncios será muito baixa, exatamente porque eu, considerado um target para diversas marcas (jovem, entre 18 e 25, blá blá blá) não me vejo recebendo dinheiro por trocentas mensagens que irão entupir meu celular.

Uma inicativa pretende colocar um mendigo de Nova York, chamado Guy Ladd Ritchie, nas próximas listas dos bilionários da revista Forbes. E para isso, bolaram um plano “simples”: segundo o Internet World Stats, já somos 1 bilhão de usuários na internet, então se cada um doar US$1 (um dólar), conseguiremos juntos colocá-lo lá.

E para arrecadar as doações além de representar o projeto, foi criado o site www.bumilionaire.com, onde você poderá doar o dinheiro, ver os doadores e quanto já foi arrecadado e ainda ler o blog com vídeos e algumas outras criações.

E para completar, na seção de FAQ (Frequently Asked Questions) os idealizaodres respondem o que acontecerá caso a quantia não seja arrecadada, o que acontece com o dinheiro que você doa e mais algumas questões, incluindo a pergunta final “Qual o sentido da vida?”, onde eles respondem “Para nós é um filme de Monty Python, mas não estamos muito certos sobre isso”
Para saber mais é só acessar www.bumilionaire.com e ficar por dentro ou ajudar o projeto a dar certo, algo que, apesar de demorar um pouco deve ser atingido.
Va UoD
Sim o título acima, é verdadeiro, você pode ganhar US$2 milhões brincando, basta você ser a primeira pessoa no mundo inteiro a terminar o puzzle Eternity II, um quebra-cabeças que está em sua segunda edição e tem um nível de dificuldade extremamente elevado.
O Eternity II é um dos mais famosos puzzles de todos os tempos e foi lançado dia 28 de julho de 2007 na Toy Fair de Londres com direito até a quebra do notebook que continha sua resolução, pelo vencedor do concurso “O Homem Mais Forte do Mundo”, Mark Felix (vídeo abaixo), e seu sucesso veio graças ao seu antecessor, o Eternity I, que há 8 anos atrás premiou um estudante com £1 milhão.
Ao contrário da maioria dos puzzles onde se têm apenas uma única solução, no Eternity II o jogador poderá encontrar milhares de formas resolvê-lo, colocando todas as 256 peças de modo a formarem um quadrado, onde as partes cinzas ficam para fora e todas as outras cores contidas nas peças são encaixadas.
Para aqueles que quiserem testar o jogo, o site disponibiliza um versão com 16 peças, e que eu achei bem difícil e ainda não consegui resolver. E caso você se interesse em comprâ-lo, o Eternity II está disponível em 3 versões, o Puzzle Principal de 256 peças (Puzzle Prêmio), e dois conjuntos de Clue Puzzle, o Puzzle 1 com 36 peças e o Puzzle 2 com 72 peças.
O jogador que comprar e resolver um Clue Puzzle, obtem um localização de uma das peças do 256, conseguindo assim uma pequena mãozinha rumo aos US$2 milhões. As soluções podem ser enviadas até o dia 31 de dezembro de 2008 quando serão abertas e julgadas, premiando aquele que obtiver o resultado completo no menor tempo.
Abaixo o comercial criado para a divulgação do puzzle: